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Jornalismo_Digital

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2ª edição do ID é lançada na Facom

Na última quarta-feira(5), O auditório da Faculdade de Comunicação foi o palco para o lançamento da segunda edição do Impressão Digital da turma de 2016.1. Com a presença dos alunos da turma e do convidado especial Pastor Djalma, o produto foi apresentado oficialmente e lançado na rede.


O evento, inspirado no conteúdo e tema da edição, foi um bate-papo com o pastor sobre religião, onde ele contou experiências pessoais e respondeu perguntas dos alunos. O religioso falou sobre o mundo cristão e outras doutrinas, sempre contando detalhes sobre seu trabalho pastoral e ecumênico. Com uma conversa descontraída e produtiva, a palestra marcou a finalização do tema ‘Rezar’ no Impressão Digital.

AMAR 

As próximas semanas serão dedicadas à produção e edição da terceira e última edição do produto feita pela turma desse semestre. O tema, ‘Amar’, será o mote para as pautas e já está dando o que falar pela redação…

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O clima é de puro amor na redação do ID !

A edição ‘Amar’ do ID será lançada no dia 26 de outubro, com outro evento especial na Faculdade.

Jornalismo em dispositivos móveis*

Marcelo Argôlo, Juliete Haadi e Gislene Ramos

A digitalização do jornalismo, a popularização da internet em banda larga e a emergência dos smartphones e tablets coincidem com uma crise econômica global. O resultado desse contexto, aliado a outros aspectos, foi o desaparecimento de publicações em papel, a migração de outras para os suportes digitais e o surgimento de terceiras, já exclusivamente para as mídias digitais móveis. Estas produções autóctones, frutos do investimento das empresas em aplicativos, criaram uma nova fase do jornalismo em redes digitais, a quinta geração. A tactilidade é a nova característica fundamental trazida por essas publicações. Com relação à linguagem, os aplicativos jornalísticos trazem uma convergência de elementos da TV, rádio, impresso e web e propõe uma leitura em “T”.

Clique na imagem abaixo para ver a apresentação:

Jornalismo em dispositivos móveis

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Narrativas multimídias: da produção horizontal às narrativas verticais*

Aymée Francine, Naiana Ribeiro e Rebeca Menezes

De 1995 até hoje, o jornalismo digital passou por cinco fases. Em sua quinta geração, as narrativas verticais, com seus arquivos multimídias e interação com o leitor, chamam atenção pela dificuldade de elaboração e apresentação final. Mas essas novas interações levam o receptor a se importar menos com a informação e mais com o seu entretenimento ao recebê-la, isto é, a ênfase deveria estar no modo como se consome esses conteúdos? Se há uma mudança na construção e no produto final, então, existe também uma modificação de ordenamento físico nas empresas de construção jornalística. Entenda mais sobre esse formato de produção (horizontal) e essas narrativas (verticais).

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Ética e jornalismo digital*

Alexandre, Carolina Cunha, Estela Marques e Luire Campelo

A ética jornalística é frequentemente questionada. A popularização da internet e a percepção de que é possível fazer jornalismo sem ter formação acadêmica nesta área põem ainda mais em cheque a necessidade de uma deontologia, de uma ética profissional. Nesse cenário, surgem sites e blogs alimentados por indivíduos sem qualquer formação jornalística. Na apresentação abaixo, discutimos o papel da ética na formação do jornalista, a partir de dados sobre o ensino desta disciplina nas universidades brasileiras e de exemplos “antiéticos” identificados no site Observatório da Imprensa.

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Base de dados guiam produção jornalística*

Paloma Oliveira, Tatyane Ribeiro e Thaís Santos

No contexto contemporâneo da cibercultura, marcado pelo fluxo excessivo de informações, a base de dados no jornalismo ganhou destaque por se tornar um recurso estruturante e por organizar a apresentação dos conteúdos de natureza jornalística. O jornalismo digital de base de dados – caracterizado pela flexibilidade e pelo potencial de reinvenção – permite a criação, manutenção, atualização, disponibilização e circulação desses produtos digitais dinâmicos. Além disso, elas são um recurso importante para os processos atuais de convergência.

Clique na imagem abaixo para ver a apresentação:

Base de dados

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Redes sociais no jornalismo digital*

Virgínia Andrade

Nos anos de 1980 os monopólios e os conglomerados da mídia se tornaram patentes na sociedade. Hoje, os produtores da notícia perderam um pouco do seu privilégio na difusão de conteúdos, embora ainda possuam espaços de maior destaque. A internet possibilitou a descentralização e a diversificação da produção informativa e tornou possível a participação colaborativa do leitor, seja no processo de apuração e produção da informação ou de circulação (e recirculação) desse conteúdo. Neste contexto, e na perspectiva do gatewatching, as redes sociais, especialmente o Facebook e o Twitter, consolidaram-se como ferramentas complementares ao jornalismo digital, capazes de interferir nas práticas do “fazer jornalístico”. As alterações podem ser percebidas em toda a rotina de produção noticiosa.

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Seminários discutem aspectos do jornalismo digital

Após um mês de aulas expositivas, os alunos de 2014.2 da disciplina COM126 da Faculdade de Comunicação da UFBA foram incumbidos de apresentar pesquisas no âmbito do Jornalismo digital. Antes de fechar as edições do Impressão Digital 126, nossos repórteres discutiram sobre 8 temas relacionados aos principais aspectos que inquietam os pesquisadores desse jornalismo produzido em tempos de cibercultura.

Os assuntos elencados para debate foram:

1. Participação e colaboração no jornalismo
2. Redes sociais e jornalismo
3. Base de dados na produção noticiosa
4. Ética no jornalismo digital
5. Narrativas multimídias e verticais
6. Jornalismo em dispositivos móveis
7. Jornalismo transmídia
8. Modelos de negócios no jornalismo digital

Aratu Online: conteúdo próprio e TV em um único clique

Convergência é a principal característica do webjornalismo experimentada no site

Alice Mazur, Julia Moreia, Thaise Reis e Thiago Andrill

O portal Aratu Online é vinculado à TV Aratu, segunda emissora de televisão mais antiga da Bahia. Muitas reportagens exibidas nos programas informativos da TV podem ser encontrados no site. Atualizado diariamente, a convergência rege a lógica do veículo ao permitir o acompanhamento da cobertura jornalística da empresa. O público também pode assistir em tempo real a programação televisiva através do portal.

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Jornal Massa! e um quase webjornalismo

Ailton Sena, Eduardo Assunção, Gislene Ramos e Renata Farias

Quando se pensa em webjornalismo, o maior problema de uma rotina produtiva seria a ausência da mesma. E é exatamente o que se percebe logo nos primeiros acessos ao site do Massa!. Além da falta de uma rotina, encontramos uma quase inexistência de produção de conteúdo específico para a web.

Segundo Ellen Alaver, uma das editoras do jornal, o site nunca teve uma proposta de ter um conteúdo exclusivo. “Desde a elaboração até a estrutura bastante simples do conteúdo, o site nunca foi entendido como prioridade, mas sim como vitrine do que a gente tinha no impresso”, conta. No início do site havia um editor responsável pela alimentação da página, chegando a produzir um conteúdo especifico, mas apenas num curto período. “Era, na verdade, uma tentativa de manter o site dentro das características de um produto on-line”, revela.

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iBahia investe em diversificação de conteúdo e interatividade com o leitor

Aliadas à atualização contínua, as características são a marca do webjornalismo realizado no veículo

Carolina Arosa, Fernanda Nery, Layla Neiva e Pollyanna Couto

Com a missão de ser inovador, interativo e imediato, o portal iBahia foi criado há 13 anos e atualmente é um dos sites de notícias mais visitados do estado. Entre as características do webjornalismo presentes no veículo, aparecem de forma mais pungente a atualização contínua e a interatividade com o leitor. Seguindo a lógica da produção constante, o portal é atualizado com intervalo máximo de 30 minutos e, apesar de a redação funcionar até às 22h, algumas matérias são agendadas para serem publicadas durante a madrugada. Continuar lendo

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