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Estamos chegando!

Olha a gente aqui de novo!!

A turma de 2016.1 está a todo vapor na produção da temporada atual do Impressão Digital.

Esse semestre o nosso foco será a trilogia Comer, Rezar e Amar, e nossas pautas já estão sendo preparadas para surpreender os leitores com diversas abordagens diferentes e muitas novidades.

           Turma de 2016.1 na produção das pautas para o Impressão Digital 

As matérias já têm data para ir ao ar: dia 12 de setembro você já vai poder conferir um pouco do nosso trabalho 😉

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Carla Letícia 

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Redes sociais no jornalismo digital*

Virgínia Andrade

Nos anos de 1980 os monopólios e os conglomerados da mídia se tornaram patentes na sociedade. Hoje, os produtores da notícia perderam um pouco do seu privilégio na difusão de conteúdos, embora ainda possuam espaços de maior destaque. A internet possibilitou a descentralização e a diversificação da produção informativa e tornou possível a participação colaborativa do leitor, seja no processo de apuração e produção da informação ou de circulação (e recirculação) desse conteúdo. Neste contexto, e na perspectiva do gatewatching, as redes sociais, especialmente o Facebook e o Twitter, consolidaram-se como ferramentas complementares ao jornalismo digital, capazes de interferir nas práticas do “fazer jornalístico”. As alterações podem ser percebidas em toda a rotina de produção noticiosa.

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Novo site do USA Today – primeiras impressões

Por Raisa Andrade e Thamires Tavares

Figura 1 - homepage do USA Today às 21h do dia 4 de dezembro

Um jornalismo bonito na rede – assim o site do jornal americano USA Today se apresentou para nós. Surpreendidas pelo seu design arrojado, leve e pela riqueza imagética, pensamos que este seria o exemplo do web jornalismo de terceira geração como tinha que ser. Diferente, por exemplo, do – para nós – pesado, confuso e sufocante The New York Times.

Figura 2 - homepage do The NY Times em março de 2012

Mas – pera lá! – passada a fase de primeiras impressões vamos nos debruçar sobre as 6 características fundamentais ao webjornalismo de terceira geração, segundo Luciana Mielniczuk em sua tese “Jornalismo na Web: uma contribuição para o estudo do formato da notícia na escrita hipertextual” (UFBA, 2003):

1 Interatividade
Mielniczuk afirma, baseando em considerações de Bardoel e Deuze, que é da natureza da notícia online fazer com que o leitor se sinta parte do que lê a partir de algumas ferramentas: troca de e-mails entre quem produz e quem consume o conteúdo, disponível ao leitor em todas as publicações; comentários, que neste site estão liberados a usuários vinculados à rede social Facebook; criação de fóruns e chats, indisponíveis no site. Esse último ponto é, de certa forma, compensado pela liberdade de opções de navegação que os hiperlinks e o próprio design do USA Today permite – o que, segundo Machado (1997), constituiria também interatividade.

2 Customização do conteúdo ou personalização
É possível ao usuário personalizar a interface do site através da navegação nos hiperlinks. Além disso, quando uma matéria de certa editora é aberta a partir da homepage do site, ao encerrar a leitura, o leitor é direcionado à página raiz da editoria. Porém, não percebemos uma “memória” do site para visitas posteriores.

3 Hipertextualidade
Em cada uma das postagens/matérias/notícias, o leitor encontra hiperlinks que o redirecionam ao Banco de dados do próprio jornal, rememorando publicações antigas à cerca do mesmo assunto; a informações originais; vídeos e demais conteúdos multimídia exteriores ao site. Embaixo da matéria, o jornal elenca ainda uma série de ‘more stories’ de conteúdos afins ao que o usuário acaba de ter acesso.

4 Multimidialidade ou Convergência

Para Mielniczuk a utilização de vídeos, imagens, sons e infográficos na construção da narrativa jornalistica – e não como uma muleta – é uma das características principais do jornalismo de Terceira Geração. Desde o debute do novo design em setembro deste ano, o USA Today (tanto a versão impressa quanto a digital) pretendem “levar a informação visual a outro nível”, segundo a empresa. Achamos que, em contrapartida ao potencial imagético, o site tem ainda uma carÊncia na utilização de audio e vídeo.

5 Memória
Segundo Palacios (2002a), a internet concede aos meios noticiosos uma possibilidade vasta de disponibilizar ao leitor um volume imenso de informação. A Ganett.co/EUA, proprietária do USA Today e mais outros 90 periódicos, criou o Information Center defendendo a ideia de que “data should be a driving force in online journalism” (cf. Gordon, 2007). O Bando de Dados – novo protagonista do jornalismo digital – pode ser disponibilizado, segundo Gordon, em 4 níveis: data delivery, dados disponíveis de forma navegável; data search; data exploration, uso de aplicativos; data visualization; interfaces visuais que criariam ambientes mais interessantes que colunas e linhas. Todas essas formas estão compreendidas no BD do UT.

6 Instantaneidade ou Atualização Contínua

A tecnologia digital, somada às tecnologias das redes telemáticas, proporciona rapidez na atualização das informações, que, por sua vez, também são recebidas em tempo real pelos usuários. As seções chamadas „últimas notícias‟ ou „break news‟ são decorrentes da exploração dessa possibilidade. (MIELNICZUK, 2003)

O site é alimentado continuamente. O site chegou a ser atualizado duas vezes em uma hora durante a construção desse post. Além disso, no canto direto da página, a coluna “Right Now”, garante ao leitor o acesso às notícias mais quentes – cerca de 5 notas são veiculadas a cada 5 minutos.

Hacker Christopher Soghoian participa de conferência sobre direitos humanos e tecnologia

Rosimeire dos Santos

O  americano Christopher Soghoian, considerado um dos maiores hackers  por suas ações na internet, será um dos participantes da conferência de direitos humanos e tecnologia,  que acontecerá no Rio de Janeiro, no próximo dia 31 de Maio. https://www.rightscon.org. Continuar lendo

G1 inova criando o perfil do Facebook

Alexandro Mota

Um perfil em uma rede social pode ser um gênero jornalístico? O perfil puramente, talvez não, mas e um perfil jornalístico desta rede usando as características de sua plataforma? Foi isso que fez o G1 com o Facebook: criou uma linha do tempo que traça a vida da rede social. Continuar lendo

Redes sociais modificam forma de consumo de notícias na web

Fernanda Soares

No momento em que as redes sociais são o maior meio de compartilhamento de conteúdo na internet, o jornalismo digital se vê desafiado a entrar no mesmo ritmo. Não só os sites e portais de notícias passaram a ter equipes exclusivas para o meio, como a produzir conteúdos independentes dos outros veículos principais das empresas, como os grandes portais vinculados a jornais impressos. Continuar lendo

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