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jornalismo digital

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Estamos chegando!

Olha a gente aqui de novo!!

A turma de 2016.1 está a todo vapor na produção da temporada atual do Impressão Digital.

Esse semestre o nosso foco será a trilogia Comer, Rezar e Amar, e nossas pautas já estão sendo preparadas para surpreender os leitores com diversas abordagens diferentes e muitas novidades.

           Turma de 2016.1 na produção das pautas para o Impressão Digital 

As matérias já têm data para ir ao ar: dia 12 de setembro você já vai poder conferir um pouco do nosso trabalho 😉

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Carla Letícia 

Jornalismo em dispositivos móveis*

Marcelo Argôlo, Juliete Haadi e Gislene Ramos

A digitalização do jornalismo, a popularização da internet em banda larga e a emergência dos smartphones e tablets coincidem com uma crise econômica global. O resultado desse contexto, aliado a outros aspectos, foi o desaparecimento de publicações em papel, a migração de outras para os suportes digitais e o surgimento de terceiras, já exclusivamente para as mídias digitais móveis. Estas produções autóctones, frutos do investimento das empresas em aplicativos, criaram uma nova fase do jornalismo em redes digitais, a quinta geração. A tactilidade é a nova característica fundamental trazida por essas publicações. Com relação à linguagem, os aplicativos jornalísticos trazem uma convergência de elementos da TV, rádio, impresso e web e propõe uma leitura em “T”.

Clique na imagem abaixo para ver a apresentação:

Jornalismo em dispositivos móveis

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Narrativas multimídias: da produção horizontal às narrativas verticais*

Aymée Francine, Naiana Ribeiro e Rebeca Menezes

De 1995 até hoje, o jornalismo digital passou por cinco fases. Em sua quinta geração, as narrativas verticais, com seus arquivos multimídias e interação com o leitor, chamam atenção pela dificuldade de elaboração e apresentação final. Mas essas novas interações levam o receptor a se importar menos com a informação e mais com o seu entretenimento ao recebê-la, isto é, a ênfase deveria estar no modo como se consome esses conteúdos? Se há uma mudança na construção e no produto final, então, existe também uma modificação de ordenamento físico nas empresas de construção jornalística. Entenda mais sobre esse formato de produção (horizontal) e essas narrativas (verticais).

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Ética e jornalismo digital*

Alexandre, Carolina Cunha, Estela Marques e Luire Campelo

A ética jornalística é frequentemente questionada. A popularização da internet e a percepção de que é possível fazer jornalismo sem ter formação acadêmica nesta área põem ainda mais em cheque a necessidade de uma deontologia, de uma ética profissional. Nesse cenário, surgem sites e blogs alimentados por indivíduos sem qualquer formação jornalística. Na apresentação abaixo, discutimos o papel da ética na formação do jornalista, a partir de dados sobre o ensino desta disciplina nas universidades brasileiras e de exemplos “antiéticos” identificados no site Observatório da Imprensa.

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Base de dados guiam produção jornalística*

Paloma Oliveira, Tatyane Ribeiro e Thaís Santos

No contexto contemporâneo da cibercultura, marcado pelo fluxo excessivo de informações, a base de dados no jornalismo ganhou destaque por se tornar um recurso estruturante e por organizar a apresentação dos conteúdos de natureza jornalística. O jornalismo digital de base de dados – caracterizado pela flexibilidade e pelo potencial de reinvenção – permite a criação, manutenção, atualização, disponibilização e circulação desses produtos digitais dinâmicos. Além disso, elas são um recurso importante para os processos atuais de convergência.

Clique na imagem abaixo para ver a apresentação:

Base de dados

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Redes sociais no jornalismo digital*

Virgínia Andrade

Nos anos de 1980 os monopólios e os conglomerados da mídia se tornaram patentes na sociedade. Hoje, os produtores da notícia perderam um pouco do seu privilégio na difusão de conteúdos, embora ainda possuam espaços de maior destaque. A internet possibilitou a descentralização e a diversificação da produção informativa e tornou possível a participação colaborativa do leitor, seja no processo de apuração e produção da informação ou de circulação (e recirculação) desse conteúdo. Neste contexto, e na perspectiva do gatewatching, as redes sociais, especialmente o Facebook e o Twitter, consolidaram-se como ferramentas complementares ao jornalismo digital, capazes de interferir nas práticas do “fazer jornalístico”. As alterações podem ser percebidas em toda a rotina de produção noticiosa.

* Esta apresentação faz parte do conjunto de seminários apresentados na disciplina Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da UFBA, no semestre de 2014.2 .

Seminários discutem aspectos do jornalismo digital

Após um mês de aulas expositivas, os alunos de 2014.2 da disciplina COM126 da Faculdade de Comunicação da UFBA foram incumbidos de apresentar pesquisas no âmbito do Jornalismo digital. Antes de fechar as edições do Impressão Digital 126, nossos repórteres discutiram sobre 8 temas relacionados aos principais aspectos que inquietam os pesquisadores desse jornalismo produzido em tempos de cibercultura.

Os assuntos elencados para debate foram:

1. Participação e colaboração no jornalismo
2. Redes sociais e jornalismo
3. Base de dados na produção noticiosa
4. Ética no jornalismo digital
5. Narrativas multimídias e verticais
6. Jornalismo em dispositivos móveis
7. Jornalismo transmídia
8. Modelos de negócios no jornalismo digital

iBahia investe em diversificação de conteúdo e interatividade com o leitor

Aliadas à atualização contínua, as características são a marca do webjornalismo realizado no veículo

Carolina Arosa, Fernanda Nery, Layla Neiva e Pollyanna Couto

Com a missão de ser inovador, interativo e imediato, o portal iBahia foi criado há 13 anos e atualmente é um dos sites de notícias mais visitados do estado. Entre as características do webjornalismo presentes no veículo, aparecem de forma mais pungente a atualização contínua e a interatividade com o leitor. Seguindo a lógica da produção constante, o portal é atualizado com intervalo máximo de 30 minutos e, apesar de a redação funcionar até às 22h, algumas matérias são agendadas para serem publicadas durante a madrugada. Continuar lendo

Metro1 se mantém com a colaboração de leitores e ouvintes

Cláudio Jansen, Emile Conceição, Émille Cerqueira, Jéssica Chagas e Wilka Brasil

Felipe Paranhos, editor Metro1. Fonte: Cláudio Jansen

Felipe Paranhos, editor Metro1. Fonte: Cláudio Jansen

O site Metro1 se caracteriza pela participação dos leitores, e ouvintes da rádio, na apuração de notícias. “Têm muitos registros espontâneos enviados por ouvintes sobre o que acontece na cidade, o que ajuda a redação com o problema da falta de pessoal na rua”, explica Felipe Paranhos, editor do site jornalístico.

As informações apuradas de maneira tradicional são complementadas por contribuições dos leitores, como imagens e vídeos. Muitos ouvintes são fontes assíduas, dando maior credibilidade aos dados recebidos. A produção de notícias feita de forma coletiva é uma das marcas da redação do site. Continuar lendo

G1 Bahia: matérias locais na briga por cliques

Lara Bastos, Renata Freire, Susana Rebouças e Thalita Lima

A caça pela audiência ganha uma nova dimensão na redação do G1 Bahia. Repórteres e editores precisam estar sempre atrás de acontecimentos nacionalmente relevantes para conquistar mais visibilidade para o site, mas sem nunca perder de vista o interesse do público regional.

O uso de recursos multimídia é uma das ferramentas exploradas para garantir mais visitas. Sem editorias específicas e com a rotina semelhante a do jornalismo impresso, a equipe de 11 pessoas aposta na convergência dos conteúdos da TV Bahia para manter a atualização do site e a atenção dos internautas. Continuar lendo

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